sexta-feira, 13 de abril de 2018

Coletivo Entre Elas uma Parceria com a Casa do Beco - Mãe, Raiz do Morro.


O espetáculo “Mãe, Raiz do Morro” segunda montagem teatral realizada
dentro do coletivo ”Entre Elas”, reúne mulheres de comunidades de favela. A
primeira peça em 2014, “Quando eu vim para um Belo Horizonte”, retratou a
chegada dessas mulheres em Belo Horizonte. O Coletivo em sua nova fase,
desenvolve um projeto de pesquisa documental: Nos últimos dois anos, o grupo
de senhoras moradoras do Morro do Papagaio / Barragem Santa Lúcia e Alto
Vera Cruz, vem se posicionando e questionando acerca do tema Ser Mãe na
Favela. Foram aproximadamente 30 horas de gravação de depoimentos
coletados das senhoras, mães e mulheres próximas das atrizes, para compor o
processo de pesquisa. Para isso foi necessário oferecer, como ponto de partida,
uma oficina de audiovisual como parte da grade de formação do coletivo, em que
elas aprenderam a usar câmeras de vídeo, para registrar entrevistas de outras
mães sendo assim mais atuantes na pesquisa do espetáculo.
A partir dos depoimentos, juntamente com três educadores, foram criadas cenas
curtas para o processo da nova montagem teatral “Mãe, Raiz do Morro”. Como
em uma grande colcha de retalhos, em constantes “rodas de comadres”, o
espetáculo foi se desenvolvendo nos encontros semanais de maneira coletiva,
com aulas de expressão corporal e vocal, psicodrama, jogos, brincadeiras e
cantoterapia. Um trabalho de direção tripla, em que as educadoras, juntamente
com a coordenação pedagógica, construíram a dramaturgia a ser encenada.
A narrativa das cenas do espetáculo acontece em um lugar de encontros
e desencontros, uma praça onde as senhoras contam suas lembranças e
encenam histórias de outras mulheres moradoras de favela que, na luta por
sobrevivência de suas famílias, descem o morro e conquistam um lugar de
respeito perante uma sociedade patriarcal. “Mãe, Raiz do morro” mostra as
diversas facetas da maternidade vivida no contexto das favelas, revelando Vozes
em comunidade, que, assim como árvores enraizadas, lançam, com esse
trabalho, os frutos de seus valores pessoais e sociais.

mosprducao@gmil.com 
tel. 031 98258-0393

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Danças Urbanas - Espetáculo Nada Mais È. Uma Parceria com a Laia Cia. de Danças Urbanas



Espetáculo: Nada Mais È.
Direção: Victor Alves 
Argumentos e Dramaturgia: Marcelo Oliveira 
Classificação Livre 
Produção: MOS Produção e Arte
mosproducao@gmail.com 

Desconstruir “nada mais é” que jogar a casa construída no chão e reconstruir o novo.
 É desmantelar costumes.
 É desprender das formas e redescobrir-se por intermédio das
próprias ruínas, para malear os corpos e os pensamentos cristalizados.
“Nada mais é” define-se como algo mais simples do que se pensa e moldam as
diferentes tradições.
A obra de dança se estrutura a partir da desconstrução de três pilares sociais que
alicerçam nossa formação enquanto indivíduos e que nos afetam desde a infância: o
machismo, a crença religiosa – quando essa cerceia nossa liberdade – e o racismo.




Nadando conta a maré das leis de Incentivo


A MOS Produção e Arte tem em sua cartela de vendas três produtos no qual o artista Marcelo Oliveira está  frente das ações. Venha conhecer nossos projetos, entre em contato: 
mosproduçção@gmail.com. 
telefones: 031 98258-0393 e 031-3582-2131

quinta-feira, 5 de abril de 2018

MOS Produção e Arte - teatro, música e dança


Fundado em março de 2018, a MOS Produção e Arte tem por finalidade lançar e circular no mercado das artes, festivais e afins, produtos artísticos no qual o seu
criador Marcelo Oliveira esteja envolvido. 
Hoje contamos com três produtos distintos em nossa cartela de arte. 
Teatro - Mãe, Raíz do Moro - Coletivo Entre Elas, uma parceria com a Casa do Beco. 
Música - Izza-Cosmópolis - Show de lançamento do Coletivo IZZA.
Dança - Nada Mais É - Laia Cia. de Danças Urbanas de Belo Horizonte.
Em breve aqui novidades acerca de nossas ações nas estrada e palcos desse nosso Brasil varonil. 
Abraços 
Marcelo Oliveira 

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Um brinde por tudo



Crédito Marcelo Oliveira 

Um brinde por tudo. 
Gratidão por mais um ano de arte, 
parceiros e amigos que fazem parte desta história. 
Este ano foi de último semestre nas artes visuais, estágio, artigos, TCC, muito aprendizado e partilhas.
Foi ano de encarrar a performance, o Teatro político nas ruas, nos grupos, nos movimentos em defesa pela vida. 
Também momentos de circular, experimentar na direção com parceiros na dança, no Teatro e no tantra.
Ano de descobertas indescritíveis em comunidade (ICM-BH) na busca de um espiritualidade subversiva.
Muito trabalho na Casa do Beco e no Dorotéia.
Alunos e educadores empenhados na transformAção.
Mergulhamos no trabalho colaborativo e nos banhamos de alegria pela novo: afinal 05 exercícios teatrais foram criados onde a produção é nossa de todxs para todxs.
Salves, aleluias, alegrias e brindes para o mais novo coletivo da MOS Produções: Laia Cia.de danca, Cosmópolis e Coletivo Entre Elas. 
Que venha 2018 com mais Teatro, dança e música.
Brindes para 2017 que não foi nada fácil, mas um ano de luta, aprendizado e esperança.
Porque o lema está instaurado.
Juntxs podemos e queremos ser mais fortxs.
A todxs palmas, aleluias, axés, Évoes...
On Shanti
By
Marcelo Oliveira

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Ideologia do ódio

Muito  bem, muito bom...
Muito bem, muito bom coisa nenhuma! ( se for preciso gritar...grite)
Triste realidade, atacar a arte, a liberdade de expressão, os artista,
Maneirinha, jeitinho truculento de abafar, atacar, ferir e MATAR a comunidade LGBT.
Só não vê quem não quer ou está completamente cego. 
Agora é assim todos têm direitos? E os deveres quem se responsabiliza por eles? 

Impressionante como o pensamento  (conhecimento)  tem mudado. 
Muito bom...
O facebook, Instagram, a self, watzaap, Twitter e tantos outros viraram livro de cabeceira...
Muito bom coisa nenhuma! ( preciso gritar) 
Olha a merda insaturada!
Religião  caminha com política desde que o mundo é mundo, mas impressionante; hoje, agora, neste momento, a política passou a determinar e obrigar que sejamos iguais perante Deus,  que devemos nos unir pregando um conceito  de ódio e intolerâncias. 
Tô fora, se assim for, prefiro ser agnóstico(a), porque como os artistas, são livres para escolher com liberdade.
Muito bem...
Precisamos nos achar, precisamos nos respeitar... precisamos respirar, precisamos amar mais, precisamos parar com essa ideia de que podemos e devemos ser tudo. 
Precisamos frear, pensar, raciocinar, 
O tempo passa, a vida é curta e sem o outro do nosso lado, seremos como zumbis vagando no vazio da carne. 
Pensem nisso. 
Limpe seus olhos, abra seus braços, abrase quem está do seu lado, não perca esta oportunidade... seja igual em sua essência. 
Ainda da tempo de investir em outras maneiras de conhecimento. 
Abuse, use sua inteligência. 
By Simone Star
Por Marcelo Oliveira

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Artivismo Queer

                                                                      Simone star

Nossos corpos, nosso verbo, nossa carne.
Se fomos criados a imagem e semelhança de Deus  porque não pensar...
Também  sou filho igual a todos os outros espalhados por aí,
Pensar que Deus me fez assim:
Espiritualidade subversiva,
Estudando, incomando e questionando.
Esse é o meu papel.
Avante na luta.
By
Marcelo Oliveira

Coletivo Entre Elas uma Parceria com a Casa do Beco - Mãe, Raiz do Morro.

O espetáculo “Mãe, Raiz do Morro” segunda montagem teatral realizada dentro do coletivo ”Entre Elas”, reúne mulheres de comunidades d...