terça-feira, 4 de novembro de 2014

Nietzsche uma Dinamite da Filosofia




Conheço a minha sina. Um dia, meu nome será associado à lembrança de algo tremendo, de uma crise como jamais houve na face da Terra, do mais profundo choque de consciências, de uma decisão  evocada contra tudo o que até então foi aceito, reivindicado e consagrado. Não sou um homem, sou dinamite. E com tudo isso não sou em absoluto fundador de qualquer religião. [...] Não quero ser santo, preferiria ser bufão. [...] Talvez eu seja um bufão. [...] E apesar disso, ou melhor, não apesar disso – pois até agora não há nada mais traiçoeiro que o santo – a verdade fala através de mim. Mas minha verdade é temível: pois até hoje se chama a mentira de verdade. 

texto CRE- faculdades Claretiano - Batatais 2013 

"Cada dia acredito mais nos meus cachorros, amigos verdadeiros, companheiros por excelência na arte da verdade de amar."
Marcelo Oliveira