segunda-feira, 17 de março de 2014

Perguntas e mais perguntas... respostas talvez.




Algumas experiência vividas na arte,  no rito e no ser cristão, nos fazem parar.
Quem somos? Onde estamos ?  O que buscamos? 
Deuses absolutos ou arrogantes semi-deuses de plantão? 
O Deus barbudo, de tridente em punho pregando regras da razão sem muitos sentimentos de amor, fraternidade e igualdade tem incomodado ou proporcionado seguir o caminho como ovelhas em uma fila constante de repetições e de mesmices?
Sim meus amigos, a arrogância destrói o ser humano e  com ela  carregamos  o  fardo da soberba. 
Sentimos  falta de pessoas que possam andar descalços, experimentando as sandálias da humildade,  isso é um fato ou apenas pregação?
Se na arte precisamos nos desnudar a todo momento para buscar um sentimento verdadeiro o mais próximo de Deus, porque então nos tornamos semi-deuses ou até mesmo deuses cheios de palavras desconectadas, vazios de sentimentos?
Para que serve tudo isso?
...não tenho respostas,  mas entendo que precisamos parar, pensar e até mesmo contemplar o que de fato a viva e as muitas experiências a cerca dela vem nos transformando. 

"Nenhum trabalhador serve a dois senhores."

Marcelo oliveira 

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